Por que
um revisor
“Qualquer autor, por
melhor que seja, comete erros, emite conceitos incoerentes, é repetitivo, fica
cego às vezes a coisas absurdas que o seu texto contém. Essa incapacidade de “enxergar”
é fruto comumente de seu contato diuturno e exaustivo com a criação.
“O papel do revisor é
proativo – ele age sobre o texto. Ele
é a extensão do autor.
“Ricardo Noblat afirma que
não existe receita única para escrever bem. Que não existe sequer uma receita.
“Pedindo licença a ele, em
meio a muitas outras que existem, eis uma receita: lê melhor e escreve melhor e
revisa melhor quem lê muito.
“O revisor é a pessoa
ideal para fazer o autor enxergar não só erros crassos como nuanças invisíveis
aos olhos de quem escreve.
“Ele deve conhecer as
diferentes finalidades e funções linguísticas desses textos, deve o revisor
saber das formas de expressão adequadas a cada situação: as polidas, as
cerimoniosas, as diretas (sem rodeios), as informais, até mesmo as gírias, e as
populares, que muitas vezes merecem ser preservadas num texto.” (Coelho Neto,
Aristides. Além da revisão. Brasília,DF:
SENAC, 2008. 2.ed.)
“Na
prática, o desenvolvimento das habilidades linguísticas tem mais a ver com a
leitura de bons escritores do que com o conhecimento de regras”. (Sérgio
Rodrigues – “Dois dedos de gramática” In: Jornal do Brasil, Cad. B, Língua
Viva. 25.8.2002. p.B4.)
Serviços
Todos os serviços têm seu cálculo de preços baseado em
uma lauda: uma lauda é uma página de 1250 toques do teclado.
Para os preços, mande-me um texto de uma página que analisarei para você ver como trabalho, e darei o preço de acordo com o trabalho que você quiser que eu faça, a saber:
1.
Revisão
gramatical: reviso os erros de pontuação, gramática e
ortografia. (É como uma faxina leve, tirando o pó do chão e dos móveis).
O
preço de cada lauda depende do tipo de texto, se técnico ou de ficção.
2.
Revisão
estilística e gramatical: reviso os erros gramaticais, de
pontuação e ortografia, e ainda deixo o texto mais enxuto, sem palavras
repetidas, sem construções verbais desnecessárias, contudo sem mexer no estilo
do autor. (É como uma faxina completa, mas sem tirar os móveis do lugar).
3.
Edição
de linha: (aqui a faxina é geral, onde tiro a poeira, a sujeira
e dou um brilho no texto.)
É
quando são avaliadas as inconsistências da trama e dos personagens, onde é
feito um cronograma das datas, verificando-se a precisão dos fatos, etc. Além
da correção dos erros gramaticais, de ortografia e de pontuação.
4. Ghost-writing: você
pode ter vontade de escrever um livro, mas não tem como, pois não conhece as
técnicas da escrita. Você contrata um profissional que vai escrevê-lo para
você, e ele vai ficar nas sombras, anônimo. O direito autoral fica em seu nome,
o livro tem o seu nome. O relacionamento com o cliente é confidencial.
5.
Avaliação
de texto: às vezes você tem dúvidas se o seu texto está bom, se
deve ser publicado, se está nos trinques.
O
seu texto não é você. Ao dá-lo a um parecerista, ele vai criticar o seu
trabalho, e não você. Seria ótimo um distanciamento seu, para que haja liberdade
de uma opinião diferente da sua.
Mas
eu também não arraso um autor iniciante. Procuro encontrar num texto uma frase,
ou qualquer parágrafo bem elaborado. Vou direto ao ponto, mas com ternura!
Qualquer
coisa pode ser dita com bom senso.
zos
Pra